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O arrependimento

T3 · L03

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LIÇÃO 03

O arrependimento

3º trimestre de 2026
Sábado, 18 de Julho de 2026
“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor” (Atos 3:19).
“Deus não desprezará aqueles que foram arrastados ao pecado, e que a Ele retornam com verdadeiro arrependimento.” — Patriarcas e profetas, pp. 202 e 203.
Estudo adicional: Caminho a Cristo, capítulo 3, pp. 23-35.

Domingo, 12 de julho | 1. TRISTEZA PELO PECADO
1A) Que sinal de verdadeiro arrependimento João Batista exigia das pessoas? Lucas 3:7-14.
Lc 3:7-14 — Dizia, pois, João à multidão que saía para ser batizada por ele: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira que está para vir? 8 Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento, e não comeceis a dizer em vós mesmos: Temos Abraão por pai; porque eu vos digo que até destas pedras pode Deus suscitar filhos a Abraão. 9 E também já está posto o machado à raiz das árvores; toda a árvore, pois, que não dá bom fruto, corta-se e lança-se no fogo. 10 E a multidão o interrogava, dizendo: Que faremos, pois? 11 E, respondendo ele, disse-lhes: Quem tiver duas túnicas, reparta com o que não tem, e quem tiver alimentos, faça da mesma maneira. 12 E chegaram também uns publicanos, para serem batizados, e disseram-lhe: Mestre, que devemos fazer? 13 E ele lhes disse: Não peçais mais do que o que vos está ordenado. 14 E uns soldados o interrogaram também, dizendo: E nós que faremos? E ele lhes disse: A ninguém trateis mal nem defraudeis, e contentai-vos com o vosso soldo.

“O arrependimento inclui tristeza pelo pecado e o afastamento dele. Não renunciaremos ao pecado enquanto não discernirmos a sua malignidade. Enquanto não nos desviarmos dele de coração, não haverá verdadeira mudança na vida.” — Caminho a Cristo, p. 23.

1B) O que devemos entender sobre o verdadeiro arrependimento que transforma o coração e a vida? 2 Coríntios 7:9 e 10.
2Co 7:9 e 10 — Agora folgo, não porque fostes contristados, mas porque fostes contristados para arrependimento; pois fostes contristados segundo Deus; de maneira que por nós não padecestes dano em coisa alguma. 10 Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, da qual ninguém se arrepende; mas a tristeza do mundo opera a morte.

“A verdadeira tristeza pelo pecado é o resultado da operação do Espírito Santo. Ele revela a ingratidão do coração que desprezou e entristeceu o Salvador, e nos leva contritos ao pé da cruz. Cada falta fere Jesus novamente; e ao olharmos Àquele a quem ferimos, lamentamos as transgressões que O angustiaram. Esse tipo de tristeza levará à renúncia do pecado.” — O Desejado de Todas as Nações, p. 300.
“Quando o coração se rende à influência do Espírito de Deus, a consciência desperta, e o pecador passa a ter uma noção da profundidade e da santidade da Lei divina — alicerce do governo do Senhor no Céu e na Terra.” — Caminho a Cristo, p. 24.

Segunda-feira, 13 de julho | 2. ARREPENDIMENTO SINCERO
2A) Ao perceber o peso de sua própria culpa, que pedido Davi fez? Salmos 51:1-4.
Sl 51:1-4 — TEM misericórdia de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas transgressões, segundo a multidão das tuas misericórdias. 2 Lava-me completamente da minha iniquidade, e purifica-me do meu pecado. 3 Porque eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim. 4 Contra ti, contra ti somente pequei, e fiz o que é mal à tua vista, para que sejas justificado quando falares, e puro quando julgares.

“A oração de Davi após sua queda demonstra a essência da verdadeira tristeza pelo pecado. Seu arrependimento foi sincero e profundo. Não houve esforço para diminuir sua culpa; nenhum desejo de escapar das consequências inspirou sua prece. Davi enxergou a enormidade de sua transgressão; viu a corrupção da sua alma e, assim, odiou seu pecado. Não orou só por perdão, mas por pureza de alma. Ele ansiava pela alegria da santidade — ser restaurado à harmonia e à comunhão com Deus.” — Caminho a Cristo, pp. 24 e 25.

2B) O que o verdadeiro arrependimento de Davi o levou a buscar? Salmos 51:10-13.
Sl 51:10-13 — Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto. 11 Não me lances fora da tua presença, e não retires de mim o teu Espírito Santo. 12 Torna a dar-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário. 13 Então ensinarei aos transgressores os teus caminhos, e os pecadores a ti se converterão.

“‘Cria em mim um coração puro’. Isso começa no ponto certo, na própria base do caráter cristão, pois é do coração que procedem as saídas da vida. Se ministros e membros se certificassem de que o próprio coração está em harmonia com Deus, veríamos resultados muito maiores do trabalho realizado. Quanto mais importante e responsável for a sua obra, maior será a necessidade de ter o coração limpo. A graça necessária é fornecida, e o poder do Espírito Santo cooperará com todo esforço que for feito nessa direção. Se cada filho de Deus O buscasse com diligência e perseverança, haveria um crescimento muito maior na graça. Os desentendimentos cessariam; os crentes teriam um só coração e uma só mente; a pureza e o amor se espalhariam pelas igrejas. Quando contemplamos, somos transformados. Quanto mais alguém contempla o caráter de Cristo, mais se conforma à Sua imagem. Vá a Jesus exatamente como você está, e Ele o receberá e colocará um novo cântico em sua boca — um hino de louvor a Deus.” — Obreiros evangélicos (1892), pp. 451 e 452.

2C) O que a Bíblia ensina sobre o arrependimento e a entrega total a Cristo? Romanos 2:4; Atos 3:19; Atos 5:31.
Rm 2:4 — Ou desprezas tu as riquezas da sua benignidade, e paciência e longanimidade, ignorando que a benignidade de Deus te leva ao arrependimento?
At 3:19 — Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor,
At 5:31 — Deus com a sua destra o elevou a Príncipe e Salvador, para dar a Israel o arrependimento e a remissão dos pecados.

“Assim como não podemos ser perdoados sem Cristo, também não conseguimos nos arrepender sem o Seu Espírito, que desperta a consciência.
“Cristo é a fonte de todo impulso correto. Ele é o único que pode implantar no coração a inimizade contra o pecado. Todo desejo de verdade e pureza, e toda convicção de nossa própria pecaminosidade, são evidências de que o Seu Espírito está agindo em nosso coração.” — Caminho a Cristo, p. 26.

Terça-feira, 14 de julho | 3. FALSO ARREPENDIMENTO
3A) Qual foi a natureza do arrependimento de Esaú, Faraó e Judas quando perceberam as consequências de seu pecado? Hebreus 12:16 e 17; Êxodo 12:30-32; Êxodo 14:3-5; Mateus 27:3-5.
Hb 12:16 e 17 — E ninguém seja devasso, ou profano, como Esaú, que por uma refeição vendeu o seu direito de primogenitura. 17 Porque bem sabeis que, querendo ele ainda depois herdar a bênção, foi rejeitado, porque não achou lugar de arrependimento, ainda que com lágrimas o buscou.
Ex 12:30-32 — E Faraó levantou-se de noite, ele e todos os seus servos, e todos os egípcios; e havia grande clamor no Egito, porque não havia casa em que não houvesse um morto. 31 Então chamou a Moisés e a Arão de noite, e disse: Levantai-vos, saí do meio do meu povo, tanto vós como os filhos de Israel; e ide, servi ao Senhor, como tendes dito. 32 Levai também convosco vossas ovelhas e vossas vacas, como tendes dito; e ide, e abençoai-me também a mim.
Ex 14:3-5 — Então Faraó dirá dos filhos de Israel: Estão embaraçados na terra o deserto os encerrou. 4 E eu endurecerei o coração de Faraó, para que os persiga, e serei glorificado em Faraó e em todo o seu exército, e saberão os egípcios que eu sou o Senhor. E eles fizeram assim. 5 Sendo, pois, anunciado ao rei do Egito que o povo fugia, mudou-se o coração de Faraó e dos seus servos contra o povo, e disseram: Por que fizemos isso, havendo deixado ir a Israel, para que não nos sirva?
Mt 27:3-5 — Então Judas, o que o traíra, vendo que fora condenado, trouxe, arrependido, as trinta moedas de prata aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos, 4 Dizendo: Pequei, traindo o sangue inocente. Eles, porém, disseram: Que nos importa? Isso é contigo. 5 E ele, atirando para o templo as moedas de prata, retirou-se e foi-se enforcar.

“Muitos lamentam ter pecado e até fazem uma reforma exterior porque temem que sua maldade lhes cause sofrimento. Mas isso não é arrependimento no sentido bíblico. Essas pessoas lamentam mais o sofrimento que resulta do pecado do que o próprio pecado. Essa foi a tristeza de Esaú quando viu que havia perdido para sempre a primogenitura. [...] Judas Iscariotes, depois de trair seu Senhor, exclamou: ‘Pequei, traindo o sangue inocente’. Mateus 27:4.
“Um terrível senso de condenação e o pavor do juízo futuro é que arrancaram aquela confissão de sua alma culpada. As consequências que o atingiriam o encheram de terror, mas não havia em sua alma nenhuma dor profunda por ter traído o imaculado Filho de Deus e negado o Santo de Israel. Faraó, quando sofria sob os juízos de Deus, reconheceu seu pecado para escapar de mais castigo, mas voltou a desafiar o Céu assim que as pragas cessaram. Todos eles lamentaram os resultados do pecado, mas não se entristeceram pelo pecado em si.” — Caminho a Cristo, pp. 23 e 24.
“Deus deu a Faraó provas claríssimas de Seu poder divino, mas o monarca teimosamente se recusou a aceitar a luz. Cada manifestação do infinito poder de Deus que ele rejeitava só o deixava ainda mais decidido em sua rebelião. As sementes da rebeldia que ele semeou quando rejeitou o primeiro milagre finalmente produziram uma colheita.” — Patriarcas e profetas, p. 268.

3B) O que acontece quando um pecador não se arrepende hoje, e fica adiando esse processo? João 12:35 e 36; Hebreus 3:12-15.
Jo 12:35 e 36 — Disse-lhes, pois, Jesus: A luz ainda está convosco por um pouco de tempo. Andai enquanto tendes luz, para que as trevas não vos apanhem; pois quem anda nas trevas não sabe para onde vai. 36 Enquanto tendes luz, crede na luz, para que sejais filhos da luz. Estas coisas disse Jesus e, retirando-se, escondeu-se deles.
Hb 3:12-15 — Vede, irmãos, que nunca haja em qualquer de vós um coração mau e infiel, para se apartar do Deus vivo. 13 Antes, exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado; 14 Porque nos tornamos participantes de Cristo, se retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até ao fim. 15 Enquanto se diz: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações, como na provocação.

“Os cristãos apenas de nome que chegarem despreparados àquele último e terrível conflito, confessarão em desespero seus pecados com palavras de profunda angústia, enquanto os ímpios se alegrarão com o sofrimento deles. Essas confissões são do mesmo tipo que a de Esaú ou a de Judas. Os que as fazem lamentam mais o resultado da transgressão do que a culpa. Não sentem verdadeiro arrependimento nem aversão ao mal. Eles reconhecem seu pecado por medo do castigo, mas, assim como o Faraó da antiguidade, voltariam a desafiar o Céu se as punições fossem retiradas.” — O grande conflito, pp. 620 e 621. [Grifos da autora.]

Quarta-feira, 15 de julho | 4. O FARISEU E O PUBLICANO
4A) Qual é a diferença entre o fariseu e o publicano na história que Cristo contou? Lucas 18:10-13.
Lc 18:10-13 — Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano. 11 O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. 12 Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo. 13 O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!

“Na parábola do fariseu e do publicano, esta oração autossuficiente: ‘Ó Deus, graças Te dou porque não sou como os demais homens’, destacou-se em nítido contraste com a súplica do penitente: ‘Sê propício a mim, pecador’. Lucas 18:11 e 13. Assim, Cristo repreendeu a hipocrisia dos judeus.” — O Desejado de Todas as Nações, p. 495.

4B) O que Jesus disse sobre o resultado da oração do publicano? Lucas 18:14.
Lc 18:14 — Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado.

“O pobre publicano que orou: ‘Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!’ (Lucas 18:13), via a si mesmo como um homem muito perverso, e os outros também o enxergavam assim. Contudo, ele sentia sua necessidade e, com o peso de sua culpa e vergonha, foi à presença de Deus pedindo a Sua misericórdia. Seu coração estava aberto para que o Espírito de Deus realizasse Sua obra graciosa e o libertasse do poder do pecado. A oração presunçosa e cheia de justiça própria do fariseu revelou que ele tinha o coração fechado para a influência do Santo Espírito. Por causa de sua distância de Deus, ele não percebia o quanto estava contaminado diante da perfeição da santidade divina. Por não sentir necessidade de nada, acabou não recebendo nada.” — Caminho a Cristo, pp. 30 e 31.

4C) Ao contar essa história, que atitude destrutiva Jesus estava procurando corrigir? Lucas 18:9; 2 Coríntios 10:12; Provérbios 16:18.
Lc 18:9 — E disse também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros.
2Co 10:12 — Porque não ousamos classificar-nos, ou comparar-nos com alguns, que se louvam a si mesmos; mas estes que se medem a si mesmos, e se comparam consigo mesmos, estão sem entendimento.
Pv 16:18 — A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda.

“A religião do fariseu não toca a alma. Ele não busca a semelhança com Deus no caráter nem um coração cheio de amor e misericórdia. Está satisfeito com uma religião que tem que ver apenas com o comportamento externo. A justiça que apresenta é só dele mesmo — fruto de suas próprias obras —, e é julgada por um padrão humano.
“Todo aquele que confia em si mesmo por achar que é justo, desprezará o próximo. O fariseu se avalia pelos outros e avalia os outros por si mesmo. A justiça dele é medida pela das outras pessoas. Quanto pior elas forem, mais justo ele parecerá ser. Sua justiça própria o faz apontar o dedo. Ele condena as outras pessoas como transgressoras da Lei de Deus. Assim, ele está manifestando a própria mentalidade de Satanás, o acusador dos irmãos. Com essa atitude, é impossível para ele entrar em comunhão com Deus.” — Parábolas de Jesus, p. 151.

Quinta-feira, 16 de julho | 5. “NÃO ENDUREÇAIS O VOSSO CORAÇÃO”
5A) Qual é o perigo de ignorar a convicção ou de adiar a resposta? 2 Coríntios 6:2; Hebreus 3:7 e 8; Lucas 12:20 e 21.
2Co 6:2 — Porque diz: Ouvi-te em tempo aceitável e socorri-te no dia da salvação; Eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação. Hb 3:7 e 8 — Portanto, como diz o Espírito Santo: Se ouvirdes hoje a sua voz, 8 Não endureçais os vossos corações, como na provocação, no dia da tentação no deserto.
Lc 12:20 e 21 — Mas Deus lhe disse: Louco! esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? 21 Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus.

“Muitos acalmam a consciência perturbada com a ideia de que podem abandonar o mal quando quiserem; que podem desprezar os convites da misericórdia e ainda assim serem tocados repetidamente. Eles pensam que, mesmo após rejeitarem o Espírito da graça e usarem sua influência a favor de Satanás, ainda podem mudar de rumo em um momento de extrema aflição. Mas isso não acontece tão facilmente. A experiência, a educação de uma vida inteira, moldaram tão completamente o caráter que poucos irão desejar receber a imagem de Jesus.” — Caminho a Cristo, pp. 33 e 34.

5B) O que devemos fazer quando percebemos que nosso coração e nossa vida não estão em harmonia com Deus? Salmos 139:23 e 24; Salmos 51:10.
Sl 139:23 e 24 — Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece os meus pensamentos. 24 E vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno.
Sl 51:10 — Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto.

“Estude a Palavra de Deus em oração. Essa Palavra apresenta a você, na Lei de Deus e na vida de Cristo, os grandes princípios de santidade, sem os quais ‘ninguém verá o Senhor’. Hebreus 12:14. Ela convence do pecado e revela claramente o caminho da salvação. Portanto, dê ouvidos à Palavra como a própria voz de Deus falando à sua alma. [...]
“Somos grandes pecadores, mas Cristo morreu para que pudéssemos ser perdoados. Os méritos de Seu sacrifício são suficientes para serem apresentados ao Pai em nosso favor. Aqueles a quem Ele mais perdoou O amarão mais e estarão mais próximos de Seu trono para louvá-lO por Seu grande amor e infinito sacrifício. É quando compreendemos mais plenamente o amor de Deus que percebemos melhor a malignidade do pecado. Quando entendemos o comprimento da corrente que foi estendida para nos alcançar, quando entendemos um pouco do infinito sacrifício que Cristo fez em nosso favor, o coração se comove com ternura e contrição.” — Ibidem, pp. 35 e 36.

Sexta-feira, 17 de julho | PARA VOCÊ REFLETIR
1. Que dom maravilhoso Deus nos concede para que possamos receber a graça do Céu?
2. Por que não temos capacidade de nos arrepender por conta própria?
3. O que faltava no arrependimento de Esaú, Faraó e Judas?
4. Por que Jesus contou a parábola do fariseu e do publicano?
5. Qual é o passo mais importante para colocar o ser humano em íntima comunhão com Deus?
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