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AS SEARAS BRANCAS
1
Eis as searas, já brancas, maduras,
Como estão prontas para ceifar.
Eis a voz do Senhor, com ternura,
Os ceifeiros à ceifa a chamar.
Como estão prontas para ceifar.
Eis a voz do Senhor, com ternura,
Os ceifeiros à ceifa a chamar.
CORO
Quem, pois, ao seu Mestre responde:
“Eis-me aqui, eu vou, Senhor”?
Ó, quem a ceifar se consagra,
Com esforço, com fé, com amor?
“Eis-me aqui, eu vou, Senhor”?
Ó, quem a ceifar se consagra,
Com esforço, com fé, com amor?
2
Ó, os dias da ceifa bendita
Cedo findam, e não voltarão!
Logo a noite por Cristo predita
Sobre a Terra virá, qual ladrão.
Cedo findam, e não voltarão!
Logo a noite por Cristo predita
Sobre a Terra virá, qual ladrão.
CORO
Quem, pois, ao seu Mestre responde:
“Eis-me aqui, eu vou, Senhor”?
Ó, quem a ceifar se consagra,
Com esforço, com fé, com amor?
“Eis-me aqui, eu vou, Senhor”?
Ó, quem a ceifar se consagra,
Com esforço, com fé, com amor?
3
Quão alegre, afinal, o ceifeiro,
Juntamente com o semeador,
Receber vai o prêmio do obreiro
Lá na glória do seu Salvador.
Juntamente com o semeador,
Receber vai o prêmio do obreiro
Lá na glória do seu Salvador.
CORO
Quem, pois, ao seu Mestre responde:
“Eis-me aqui, eu vou, Senhor”?
Ó, quem a ceifar se consagra,
Com esforço, com fé, com amor?
“Eis-me aqui, eu vou, Senhor”?
Ó, quem a ceifar se consagra,
Com esforço, com fé, com amor?