242
NA SENDA DO CALVÁRIO
1
Seguia tristemente e só, ninguém a me observar;
Curvado ao fardo andava eu, e quis desesperar;
Queixei-me então a Cristo, do mundo a me atrair,
E Sua voz suave pude ouvir:
“Na senda do Calvário, Meus pés também cansei,
E sob a cruz pesada, sem forças Me prostrei;
Cansado peregrino, a noite chega ao fim.
Ó, toma a cruz e segue junto a Mim.”
Curvado ao fardo andava eu, e quis desesperar;
Queixei-me então a Cristo, do mundo a me atrair,
E Sua voz suave pude ouvir:
“Na senda do Calvário, Meus pés também cansei,
E sob a cruz pesada, sem forças Me prostrei;
Cansado peregrino, a noite chega ao fim.
Ó, toma a cruz e segue junto a Mim.”
2
Do que eu Te ofereci, Jesus, não posso me gabar:
Tão pouco sacrifício fiz, não quis me esforçar.
Mas quando vi Tua morte, passei a Te seguir;
E Tua voz suave pude ouvir:
“Deixei do trono a glória, deixei do Céu a luz,
E Minhas mãos pregaram sobre uma rude cruz;
Com tua mão na Minha, sigamos, pois, assim;
Ó, toma a cruz e segue junto a Mim.”
Tão pouco sacrifício fiz, não quis me esforçar.
Mas quando vi Tua morte, passei a Te seguir;
E Tua voz suave pude ouvir:
“Deixei do trono a glória, deixei do Céu a luz,
E Minhas mãos pregaram sobre uma rude cruz;
Com tua mão na Minha, sigamos, pois, assim;
Ó, toma a cruz e segue junto a Mim.”